terça-feira, 31 de maio de 2016
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Casamentos na Disney...
Maio é conhecido como o mês das noivas, então não há época melhor que Abril, para falarmos sobre o assunto casamento. Para já irem se preparando!
Todos os anos milhares de mulheres são pedidas em casamento na Disney. Muitos casais também escolhem o lugar mais feliz do mundo como o destino para a lua de mel.
Mas o que pouca gente sabe é que é possível casar dentro da propriedade da Disney. Melhor ainda: dentro do seu parque preferido. Pra surtar de vez: em frente ao castelo da Cinderela!
Então vamos lá, explorar todas as possibilidades do assunto, desde o começo.
Pra começar a entrar no clima de romantismo, que tal assistir a estes vídeos de pedidos de casamento na Disney? Você sabia que pode pedir pra algum Cast Member te ajudar a fazer a surpresa?
Olha que legal esse em Downtown Disney:
E esse no Magic Kingdom:
Já o estilista Alfred Ângelo criou coleções de vestidos de noiva inspirados nas princesas da Disney, que vão de 700 a 1600 dólares. Os resultados foram de deixar qualquer pessoa babando.
Ariel Dresses
Aurora Dresses
SnowWhite Dresses
Rapunzel Dresses
Tiana Dresses
Para quem quer se casar (ou renovar os votos) dentro da propriedade da Disney, existem diversas possibilidades. **
Considerando a Walt Disney World, em Orlando, os pacotes são os seguintes: *
Ok, os valores são altos, mas vai me dizer que não dá uma vontade gigante de casar lá? Imagina sua foto de casamento na frente do castelo! Ou abraçada com o Mickey!
Quem mais gostaria de ter esse sonho realizado?
* Existem outros pacotes para a Disneyland, Aulani e Disney Cruise Lines
** Todas as informações foram retiradas do site Disney Weddings em maio/2015.
A visita de Disney a América Latina. O pai de Mickey vistou a América Latina em busca de ideias durante a Segunda Guerra Mundial. (El País)
Em 1941, o mundo inteiro estava em colapso. A Segunda Guerra Mundial tinha confrontado os Aliados e o Eixo em uma das maiores contendas bélicas da história. Nos Estados Unidos, Walt Disney desfrutava do sucesso comercial e de crítica de seu primeiro longa-metragem de animação: Branca de Neve. No entanto, o conflito militar global prejudicou seus planos de construir um estúdio e a continuidade de seus projetos seguintes, Pinocchio e Fantasia. Com uma dívida de 4,5 milhões de dólares, sem investimentos do Velho Continente e com o início de uma greve de funcionários, um convite diplomático foi a salvação do diretor e roteirista. O então presidente Franklin Delano Roosevelt buscava aliados na América do Sul e Disney queria trabalhar e obter ideias para futuras produções. Estes foram os bastidores que levaram ao também produtor e 18 artistas de sua equipe ao sul da fronteira, em busca de inspiração e para deter o avanço da Alemanha nazista.
A 50 anos da morte de Disney, data a ser comemorada em dezembro deste ano, a viagem teve importância para a continuidade de sua carreira. Da visita diplomática foram feitos dois filmes: Alô, amigos e Você já foi à Bahia?. “Ele queria fazer filmes e não tinha dinheiro para isso. A viagem à América do Sul o salvou de alguma maneira, a ele e a sua sanidade”, explica o historiador e animador John Canemaker, que relembra a viagem do diretor no documentário Walt & El grupo (2008), um longa-metragem de Ted Thomas.
Alô, Amigos teve o pato Donald, o Pateta, o avião mensageiro chileno Pedrito e o papagaio brasileiro Zé Carioca como principais protagonistas. A equipe de Disney ficou fascinada com os cartões postais do Rio de Janeiro, as pedras portuguesas da orla de Copacabana e, é claro, o samba. Donald não só conseguiu aprender a dançar samba, como experimentou cachaça. A canção Aquarela do Brasil, do lendário compositor mineiro Ary Barroso, foi a trilha sonora do encontro de culturas no episódio documental de nome homônimo.
A partitura de 'Aquarela do Brasil', composta por Ary Barroso. (Cortesía de ThornBooks)
“Só Aquarela do Brasil oferece essa sensação de maravilhamento e de descoberta que eles encontraram na América do Sul em termos de cor e de formas livres, do clima, da música, dos cheiros, dos sons, dos gostos, toda a sensualidade e a beleza da região se refletem neste curta em particular”, afirma Canamaker.
Graças a esse curta-metragem, Donald também visitou a Bolívia e se viu diante do Lago Titicaca, com seus mais de 200 quilômetros de comprimento e 100 de largura, além de sentir os efeitos do sorojchi, ou mal de altitude, causado pelos 3.600 metros sobre o nível do mar do território no qual está este corpo d’água. Nesta breve visita, também conheceu a singularidade das lhamas, um mamífero camelídeo que abunda no altiplano latino-americano.
“A primeira impressão de seus mercados foi o vivo colorido. A música da Bolívia é tão especial quanto suas roupas. Os desenhos originais feitos à mão fascinaram as mulheres de nossa equipe, assim como os gorros de lã de vicunha”, explica o narrador do curta documental Como se hizo Saludos Amigos. “Atraídos pelo valor cinematográfico das lhamas, sua atitude altiva e elegante parecia combinar com a música local e assim nasceu outro personagem”, afirma o mesmo narrador.
Enquanto uma parte dos animadores da equipe percorria o Peru e a Bolívia, o criador do Mickey visitava o Uruguai para a estreia de Fantasia. O jornalista do El País no Uruguai, Hugo Rocha, que faleceu em 2014, relembrou esse momento. No documentário de Thomas, Rocha afirma que Disney, ao chegar, se viu rodeado de jornalistas e manteve a distância. Rocha teve a sensação de que ele queria evitar a imprensa local, “mas não foi o caso, nossa impressão mudou radicalmente três horas depois, quando ele convocou uma entrevista coletiva para os meios de comunicação”, afirma.
“Walt era muito amigável, modesto, um homem de fácil trato. Tinha 40 anos e parecia uma criança, eu ficava observando-o e me dizia que ele me lembrava James Stewart ou Gary Cooper, mas não, não, outra pessoa. Mas, claro, ele me lembra o Mickey Mouse. É o Mickey Mouse”, pensava Rocha, quando se lembrava dessa coletiva em Montevidéu.
Dias depois, o diretor norte-americano foi para Buenos Aires, uma cidade muito parecida com Boston. Na Argentina, como em muitos outros lugares, conta-se a lenda urbana de que Disney foi congelado, segundo as afirmações de muitos entrevistados nesse país mostrados no documentário Walt & El Grupo. O prolífico animador ficou novamente fascinado pelas apresentações de danças típicas como El gato, El Malambo, La Chacarera e La Zamba rio-platense. A cultura gauchesca, o asado no Pampa e o modo de viver do gaúcho, a quem chamaram de cowboy da América Latina — inspirados na arte do desenhista e pintor Florencio Molina Campos —, resultou em uma brincadeira, encarnada por Pateta, da vida desse vaqueiro das planícies latino-americanas.
Donald apaixonado
Disney com vestimenta gaucha na Argentina. The Walt Disney Family Museum
O narrador de Como se hizo Saludos amigos afirma que Disney e sua equipe acabaram visitando brevemente todos os países da América do Sul, em alguns casos, só de passagem, à exceção do Paraguai, que não é mencionado em nenhum dos três curtas-metragens. Os artistas também passaram pela América Central, apesar de considerarem que “o tempo era curto demais” para fazer justiça a países como Panamá, Costa Rica, Nicarágua, El Salvador, Honduras e, uma menção especial, a um lugar “inesquecível” como Chichicastenango, na Guatemala.
O México foi a última parada dos realizadores para captar mais música, mais cores e mais impressões. Os jardins flutuantes de Xochimilco encheram os olhos dos artistas norte-americanos. Passearam entre embarcações que vendem flores, feijões e tacos. Descreveram o canal que transporta as barcaças como um “belo lugar, com muita cor e inspiração suficiente para fazer um filme”. Uma das últimas coisas que viram foi a apresentação dos charros, os cavaleiros mexicanos. Este último trecho da viagem resultou na criação de Pancho Pistolas, um bravo galo cavaleiro que adora cantar rancheras.
Este personagem viu sua estreia em Você já foi à Bahia? (Los tres caballeros, em espanhol), o primeiro filme de Disney que combina filmagem ao vivo e animação, junto a Donald e Zé Carioca, os quais leva para passear em Pátzcuaro, Veracruz e Acapulco. No segmento, cantam juntos uma versão da popular toada ¡Ay Jalisco, no te rajes!, além de o pato se apaixonar pela cantora e atriz mexicana Dora Luz, que lhe dedica a canção Solamente una vez, de Agustín Lara, vertida para o inglês para este filme. Da mesma forma, quase terminando o filme, Donald contracena com outras composições típicas do país norte-americano como La zandunga, ao lado da atriz e bailarina da Época de Ouro do celuloide mexicano Carmen Molina, que também rouba o coração do personagem de Disney. Seu idílio acaba quando dançam juntos a polca revolucionária Jesusita en Chihuahua.
Mais pertinente do que nunca
O mundo voltou a mudar com o bombardeio a Pearl Harbor, e portanto a missão na qual Disney e seus artistas estavam envolvidos foi “mais pertinente do que nunca”, mencionam em Walt & El grupo. “Quando o escritório de assuntos interamericanos nos pediu que fizéssemos Alô, amigos, tínhamos um propósito, fazer um filme que os Estados Unidos e a América Latina gostassem, para que no fim estivesses mais próximos uns dos outros. Todos pensamos nas barreiras entre os subcontinentes da América e, agora, de repente, vemos que isso não importa. Nossos ancestrais são diferentes, mas nosso futuro deve ser o mesmo”, afirmava Disney em uma gravação que aparece na produção de Thomas.
No entanto, nem todas as partes ficaram felizes. A historiadora Leticia Pinheiro se diz satisfeita com o resultado do empreendimento diplomático. “Zé Carioca era um malandro, mas do bem. Ele não era perigoso, era um pouquinho irresponsável, mas muito amigável, muito cordial, um cara legal. Toda a ideia de se aproximar da América Latina foi dos Estados Unidos. Creio que houve uma boa convergência de interesses dos dois projetos”, detalha Pinheiro no documentário.
Canamaker menciona que, para Disney e sua equipe, foi difícil levar ao cinema todo o material colhido. “As pessoas que não viajaram à América do Sul montaram esses filmes como se fazia antigamente, com piadas e toques da cultura estrangeira, mas sem incorporar ou criar algo totalmente novo. A influência norte-americana sobrepuja as influências culturais da América Latina”, acrescenta o historiador norte-americano.
O estudante de história chileno Juan Carlos González não aprova a passagem de Disney pelo Chile e a criação do avião mensageiro Pedrito, como declara no documentário. Esse desencanto, no entanto, resultou na criação do Condorito, um personagem de quadrinhos chileno com muita popularidade em alguns países da América Latina, feito por René Ríos Bottiger, Pepo. “Como uma forma de exaltar um personagem nacional, criou-se o Condorito, que representa o que há de mais típico em nosso país e também é uma clara resposta à pouca consideração de Disney ao nosso país no filme [Alô, amigos]”, acrescenta.
Para o historiador Canemaker a viagem à América Latina foi benéfica tanto para Roosevelt como para o diretor de cinema, já que o ex-presidente dos Estados Unidos conseguiu o que queria: a atenção da América do Sul. E Disney conseguiu “escapar dos problemas em casa” e encontrar uma saída criativa. A partir desse momento, a história continua como é conhecida e se torna mais um“causo”. No final, o documentário menciona que Walt Disney conseguiu manter-se no negócio e continuou sendo um inovador em cinema, televisão, parques temáticos e ideias sobre o futuro, e insiste que o pai do Mickey “nunca foi congelado”.
domingo, 14 de fevereiro de 2016
Happy Valentine's Day
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Onde os sonhos se tornam realidade
Praia em Orlando
Quem já esteve em Orlando durante o verão americano (de 21 de junho a 23 de setembro) sabe muito bem do que estou falando. O calor é muito forte, a umidade é alta, são muitos parques para visitar e muitos lugares para comprar.
Pensando em se divertir ao máximo as pessoas optam por ficar 16, 17, 18 ou mais dias. Quando a viagem passa um pouco da metade o cansaço começa a bater forte e é nesta hora que alguns pedem férias das férias.
Uma boa opção é pegar uma praia em Orlando e ficar relaxando no sol da Flórida.
Então vou apresentar a vocês quatro ótimas opções em praias, duas na costa oeste e duas na costa leste da Flórida. Para que você tenha uma ideia de tempo e distancia eu utilizei como referência a Disney Springs (antiga Downtown Disney):
Disney Springs à Clearwater 1: 38 min (92 milhas) - Costa Oeste
Disney Springs à Sarasota 1:50 min (118 milhas) - Costa Oeste
Disney Springs à Daytona Beach 1:25 min (71 milhas) - Costa Leste
Disney Springs à Cocoa Beach1:15 min (66 milhas) - Costa Leste
Como você pode ver estes paraísos não estão tão longe de você
Clearwater
Lar de praias maravilhosas de areia branca e águas cristalinas, ela é considerada a numero um das praias na costa oeste da Flórida. Além de areia, agua e sol você ainda pode curtir a canoagem, o mergulho e o jet ski.
Se isto tudo não for o suficiente marque um jantar no finalzinho da tarde para apreciar o pôr sol.
Sarasota
Aqui o golfo do México fica muito evidente e a areia fica mais branca e a agua continua claríssima. Na entrada da praia você vai encontrar dunas e vegetação nativa sendo protegidas por lei.
A cidade é muito bonita e com ótimo comercio, uma opção maravilhosa.
Daytona Beach
O famoso ícone americano que ainda conserva a tradição de permitir carros na areia da praia. E se esta foi a sua escolha aproveite para conhecer o famoso autódromo da Nascar.
Cocoa Beach
Todo fã de surf sabe que aqui é a casa do campeão mundial de surf por onze vezes (até agora) Kelly Slater. Ainda dá para fazer uma aulinha de surf na Ron Jon Surf School ou fazer compras na maior loja de surf americana a Ron Jon.
Depois de aproveitar qualquer uma destas dicas você vai retornar renovado para o final das suas férias em Orlando.
Espero ter ajudado você a se programar para realizar o seu sonho, qualquer coisa entre em contato é sempre um grande prazer poder ajudar.
E eu continuo acreditando na frase de Walt Disney, “Where dreams come true” (Onde os sonhos se tornam realidade), independente de qual seja o parque.
Fonte:
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
O Quarto no Castelo da Cinderela ...
O Quarto da Cinderela Existe
Pouca gente sabe mas existe um quarto no Castelo da Cinderela no Magic Kingdom, ele originalmente foi projetado para ser usado pela família de Walt Disney, mas nunca foi usado como devia, durante um tempo chegou até ser usado pelo pessoal de atendimento ao telefone, felizmente isso mudou no evento “The Year of a Million Dreams” onde um sortudo por dia era sorteado para passar uma noite na Suite da Cinderella e desde então somente escolhidos no parque ou celebridades passar a noite na suite.
Ela fica no quarto andar do castelo e é acessado por um elevador exclusivo, é inspirada nos castelos europeus do século 17, ricamente decorada e apesar de pequeno (60m2) a sensação e estar em um ambiente muito maior, com direito a uma cama king size, banheiro com banheira, lareira e como não podia faltar o sapatinho de cristal feito pela Steuben Glass.



























